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Caminho para a felicidade

Igreja Batista em Quitaúna
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Caminho para a felicidade
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Carta de Paulo aos Filipenses 04:04

Paulo, apóstolo de Jesus, não teve uma vida fácil. Sofreu naufrágios, açoites, traições, privações, deslealdade, ingratidão e prisões. Tinha razão para reclamar da vida e ser infeliz. Mesmo assim, sabe ser ALEGRE em qualquer situação. Em sua carta aos Filipenses, reafirma a sua alegria de maneira categórica para com essa igreja que ele ama. Podia ser triste por experiências ruins com outras igrejas, mas decide olha o lado bom de sua vida e o amor que recebe dessa comunidade em Filipos. Em sua alegria, incentiva os irmãos e irmãs à mesma felicidade.

Como isso é possível? Qual o caminho para a felicidade que Paulo propõe?

Primeiramente, Paulo era feliz “em Jesus”. Quando a felicidade está em Cristo, ela está em algo sólido e duradouro, não em circustância variáveis.

Segundo, Paulo fala em amabilidade. Viver destilando veneno e maldade é a receita para tornar a vida amarga. Decidir amar sem medidas tudo e todos, ao contrário, é o caminho para uma vida feliz.

Terceiro, Paulo não andava ansioso. A ansiedade é a preocupação com o amanhã que paralisa o hoje, tornando o presente uma prisão emocional. As ansiedades, devem ser apresentadas ao Senhor em oração, abrindo a possibilidade da alegria e da felicidade.

Esses, dentre outros insights paulinos podem nos conduzir à felicidade. A felicidade é um instante, é um estado, é um momento. Felicidade é sentir o cheiro de uma flor, amar, prestar atenção e vivenciar a intensidade e profundidade da vida em coisas que facilmente são atropeladas pelas “correrias” e preocupações sem medidas.

Você é feliz? O evangelho é um lugar de felicidade. Viva-a em Cristo Jesus no dia que se chama hoje!

André Anéas

Quando o problema sou eu

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Quando o problema sou eu
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Em um momentos em que seus discípulos discutem quem seria o maior e se sentem donos do monopólio da bondade, Jesus faz um discurso difícil, mas necessário. Ele pede para que “não façam tropeçar os pequeninos” com essas bobagens de grandeza e de poder. Dada a gravidade dessa possibilidade, diz que seria melhor que se lançassem ao mar com uma pedra amarrada no pescoço do que fizessem tal feito. Como se não bastasse, diz que é melhor arrancar a mão que faz pecar ou um pé ou um dos olhos, do que entrar no inferno com duas mãos, dois pés ou dois olhos.

Que Jesus desejava ensinar aos discípulos? Claro que isso não está na literalidade do texto.

Me parece que Jesus deseja que seus discípulos fossem capazes de algo fundamento: perceber seus próprios erros.

É fácil identificar os erros dos outros ou terceirizar a nossa responsabilidade. Viver sem identificar os próprios equívocos é um inferno e leva o inferno para quem está perto de nós. Trata-se de uma cegueira infernal!

Quem nos faz pecar? Nossa mão, nosso pé e nosso olho… Não dos outros.

Não que seja uma regra universal, mas muitas vezes o problema na nossa família, na vida profissional, em nossas relações e na igreja somos nós mesmo. Sermos capazes de conhecermos a nós mesmos é parte vital da vida no evangelho.

“O que eu preciso arrancar de mim mesmo?”
“O que em mim me coloca em um inferno?”
“O que em mim não produz bondade?”
“O que em mim não gera vida?”

Faça essas pergunta para si mesmo e se abra para uma jornada para dentro de si. O resultado disso será a transformação corajosa de quem é capaz de assumir seus próprio equívocos.

André Anéas

Conversão do coração

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Conversão do coração
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Mateus 23: 15, João 4:21, João 4:24

O número de evangélicos brasileiros tem aumentado, bem como de templos religiosos. Provavelmente em 2030 os evangélicos serão maioria em nosso país. Entretanto, o desenvolvimento social do país não tem crescido nessa mesma proporção…

Que significa conversão? O que Jesus diz a esse respeito?

Um dia uma mulher samaritana confusa em relação as suas crenças indagou Jesus sobre qual seria o monte certo para adorar a Deus. A resposta de Jesus foi surpreendente: nem no monte em Samaria, nem mesmo em Jerusalém! Pelo fato de Deus ser Espírito, os verdadeiros adoradores deveriam adorar “em espírito e em verdade”. Esses seriam os verdadeiros “convertidos”. Quais as implicações dessa compreensão?

Jesus relativa o lugar geográfico como espaço do sagrado. Deus, por ser Espírito, não está em um lugar “santo”. Ela está em tudo! Todo lugar é lugar do Eterno, pois o Espírito sopra onde quer. É vento! É fogo! Incontrolável. Indomesticável.

Além disso, esses verdadeiros adoradores não vivem na aparência do que a religião proporciona. Não é o local para onde vão. Não é o que vestem. Não é a cartilha religiosa que escolheram ter. As aparências enganam… O que importa não é o que está fora, mas o que sai do coração! É de dentro para fora que a fé em Jesus acontece. Muito além do que a exterioridade é capaz de evidenciar.

Jesus defende uma “conversão do coração”. Quem experimenta passa a viver uma espiritualidade sem limites! Ser o verdadeiro adorador ultrapassa o vínculo religioso-institucional. É fazer da vida o lugar da verdadeira adoração.

Que significa o aumento de templos? Nada.
Que significa os evangélicos serem maioria? Nada.
É a “conversão no coração”, “em espírito e em verdade” que realmente importa, pois ela faz do discípulo de Jesus alguém que vive para glória de Deus na medicina, na educação, na família, junto dos amigos ou em qualquer lugar e junto de quem for.

Qual o monte certo? Nenhum. Quem adora o Eterno o faz na vida e em tudo que nela há. Vive em espírito… Vive em verdade. Fazendo TUDO para glória dEle.

André Anéas

O prato que Deus te deu

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O prato que Deus te deu
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Mateus 25: 14

O Reino é como um senhor que entregou seus bens mais preciosos para os seus servos administrarem. Esse “senhor” é Deus e os servos somos cada um de nós humanos. Tudo o que Ele coloca em nossas mãos deve, necessariamente, multiplicar. Obviamente isso não tem nada a ver com dinheiro ou aplicações financeiras e acúmulos de bens materiais. Isso tem relação com os dons que Ele nos concede, com as graças que Ele nos dá.
É preciso ter clareza: os anjos não vão em nosso lugar amar, cuidar, perdoar, dividir, servir, contribuir, repartir, etc. Essa tarefa é nossa! Deus quis que fosse assim. Lembrem: Deus “foi viajar” e nos deixou cuidando de tudo.
Cada um tem algo em mãos. Seja uma capacidade administrativa, seja o dom do serviço, seja o dom do ensino, cada um tem algo que Deus deu.
A questão é simples: pegar o que Deus coloca em nossas mãos e não fazer nada com isso, é “cuspir no prato que Deus deu”. Quem assim o faz, é infiel, negligente e desrespeitoso para com o Eterno. “Enterrar o talento” é destruir ou não contribuir para com a expansão do Reino.
Quem, ao contrário, “multiplica”, contribui com o Reino de Deus na terra.
Minimamente todos nós recebemos algo do Senhor: amor, perdão, cuidado. Se recebemos amor e não amamos, o Reino não acontece. Se recebemos perdão e não perdoamos, o Reino não acontece. Se somos cuidados e não cuidamos, o Reino não acontece.
Seja fiel no pouco que o Senhor está te dando, pois esse pouco é muito se bem vivenciado…
Esteja atento a todo e qualquer oportunidade de viver e repartir o dom e a graça do Pai amoroso.
Portanto, ame, cuide, perdoe, doe, seja generoso, pois tudo isso Deus nos deu e espera que seja multiplicado.

André Anéas

Desmilitarize a sua espiritualidade

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Desmilitarize a sua espiritualidade
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Marcos 9: 33

Os discípulos de Jesus são pegos pelo Mestre conversando sobre quem seria o maior entre eles. Envergonhados, silenciam.
Silenciam por qual razão? Porque falar sobre o desejo e a ambição em querer ser maior que o outro é algo feio, que torna a vida feia. O anseio por subir nas hierarquias da existência para ser maior que outrem, denota um tipo de ser humano corrompido por aquilo que mais corrompe o humano: poder.
Na religião isso se intensifica, mas com um ar piedoso. Ser mais santo, ser mais puro, ter mais autoridade espiritual, saber mais de Bíblia, etc…
Independente se na religião ou em outras áreas da vida, certo é que dessa militarização da espiritualidade faz brotar as vaidades, as mentiras, as lógica maquiavélicas, a perversão e manipulação dos outros humanos perto de nós.
O Reino não funciona assim.
No Reino anunciado por Jesus a preocupação NUNCA é sobre quem é o maior. Mas, sim, e tão somente, sobre quem serve mais, sobre quem é o último, sobre quem se doa pelo outro.
No Reino, de maneira bem particular, esse outro é o empobrecido, o marginalizado, o fraco, o vulnerável, o oprimido.
Se você ama a hierarquia e a militarização da religião, saiba: isso não tem nada de cristão.
Desmilitarize a sua espiritualidade e sirva os oprimidos do mundo. O resto, é resto!

André Anéas

Sabedoria: comida, bebida e trabalho

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Sabedoria: comida, bebida e trabalho
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Eclesiástes 02:24 03:13 05:18 08:15

Novo ano: tempo de reflexão e análise profunda da vida…

Sempre nesse tempo busco sabedoria nas Escrituras para discernir a vida e os seus rumos. Nesse ano me voltei ao Eclesiastes, buscando discernir o que o Eterno pode iluminar em minha jornada. Descobri o que vale a pena debaixo do sol: comida, bebida e trabalho.

Mas, como diz a canção, “a gente não quer só bebida…”. Tão pouco o sábio. Que ele quer dizer com isso?

Das coisas da vida, não vale a pena correr pelo dinheiro, pela fama ou pelo sucesso. Isso é tolice.
Não vale a pena, pois essas coisas não nos saciam nessa vida sem sentido, em que o injusto, o mal e o tolo prosperam em detrimento dos justos, dos bons e dos sábios.

Que vale a pena na vida?

Comida – A comida é o símbolo da simplicidade. O pão, feito apenas de trigo e água, se bem feito fica crocante por fora, saboroso por dentro e cheio de magia quando passado em belo azeite com sal. Há algo mais simples que isso? Comer é estar na mesa, junto de amigos e amigas, da família, partilhando debaixo de uma atmosfera de sabor, cheiro e sabor.

Bebida – A bebida é símbolo de alegria. Quem brinda de copo vazio? Não qualquer alegria, mas a que é vivida no presente, no hoje e no agora. Querer ter a felicidade como meta de vida é tolice. Entender que a felicidade está no passado é igualmente tolo. O brinde acontece no agora da existência. Seja feliz no hoje, pois o ontem passou e o amanhã ninguém conhece.

Trabalho – Trabalho é criatividade. Que prazer maior há em ver o fruto do que se faz com as mãos? Uma vacina, um poema, um estória, uma canção. Se alegrar com o fruto do nosso esforço é dádiva de Deus! Pelo que você trabalha? Pelo trabalho que paga mais? Trabalha escolhendo sempre o que é mais fácil? O sábio nos ensina a nos regozijarmos com o fruto do que as nossa mãos produzem.

Que você deseja para 2024?

Particularmente, quero essa sabedoria. Sabedoria que me ensina a dar valor para as coisas simples; me alegrar no hoje; e desfrutar do prazer do fruto do meu trabalho.

Quero que a minha filha – a Anne – olhe para o seu pai e encontre uma vida bem vivida, cheia de sabedoria. Que faremos com o tempo que nos é dado? Sejamos sábios e desfrutemos bem do tempo que se chama hoje, em simplicidade, alegria e satisfação.

André ✝️❤️🙏🏼

Milagre!

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Milagre!
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Lucas 1:26

MILAGRE!

O Natal é um milagre cheio de milagres! Discernir aquilo que Deus fez em Jesus é encantador e fascinante. Sou discípulo de Jesus por causa do milagre da boa nova, do nascimento de Deus, e de todos os milagres que estão nessa história.

Primeiro porque Deus vem Nazaré (lá é concebido) e em uma família simples, de gente humilde. Deus não escolhe vir ao mundo em uma grande metrópole e em uma família de monarcas. Não! O milagre acontece em um lugar inesperado e com gente inesperada.

Além disso, o grande elemento da boa notícias de Deus para o mundo em Jesus é que não precisamos ter medo. Sim! O Deus do medo foi superado pelo Deus revelado em Cristo, nos acolhendo em nossa fragilidade e gerando em nós confiança para nos lançarmos em seus braços de amor. Milagre…

É incrível perceber também como Deus faz o milagre. Ele o faz produzindo vida da virgem. Gerando filhos em mulheres estéreis e até mesmo em mulheres envelhecidas. É da esterilidade, da fraqueza, da insignificância aparente e da virgindade que o milagre é feito.

Maria diante de tudo isso responde: “Sou serva do Senhor!” Não é importante de onde viemos. Nosso sobrenome conta pouco. Nossos medos podem ser deixados de lado. Tanto faz nossa virgindade, esterilidade ou velhice. O milagre do evangelho nasce e acontece em quem se lança em fé e confia no Deus cuja sabedoria confunde os sábios desse mundo.

Viva o milagre do evangelho! Seja um servo/serva do Senhor e deixe a potência da boa nova encantar a sua vida!

André ✝️❤️🙏🏼

Testemunhe!

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Testemunhe!
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Joaõ 01

João Batista está embriagado de expectativa pelo Messias. Sua vida e obra existem para testemunhar e sinalizar que Ele vem…

Seu movimento não é insignificante. Está fazendo muito barulho. A classe religiosa oficial prepara uma comitiva inquisitorial para questioná-lo. Três perguntas são feitas. As respostas evidenciam a maneira de testemunha de JB.

Quem é você? Messias, Elias ou o Profeta?
Resposta: NENHUM!
O próprio Jesus identifica JB como Elias. JB, em sua humildade, responde negativamente. Não se trata de uma performance religiosa. Testemunhar e apontar para Jesus envolve, necessariamente, uma atitude de esvaziamento da vaidade, arrogância e presunção.

Então o que diz acerca de si mesmo?
Resposta: SOU UMA “VOZ”
Apenas uma voz. Mas ele é uma voz cujo discurso e vida estão sincronizados. A vida dele é o testemunho. É autêntico e sincero. Sua vida é a “voz”.

Então por que batiza?
Resposta: EU BATIZO COM ÁGUA
O batismo de JB complicava a religião oficial. Gerava um desconforto muito grande. A água, em si mesma, não é nada. A questão é que ela aponta para Aquele que eles não conheciam e que estava ali: Jesus de Nazaré. A “água” era o sinal que produzia a sinalização do Sinal: Jesus.

Nesse Natal devemos ser embriagados pela expectativa de Jesus, a ponto de TESTEMUNHARMOS acerca dele. Como fazer? Em humildade, com as nossas vidas e usando o que temos em mãos. JB tinha água para apontar para Ele. Use a sua generosidade, seu acolhimento, seu amor e sua bondade… E confunda a cabeça dos religiosos que não estão enxergando que Ele está entre nós.

Que seu testemunho cante: “TU VENS, TU VENS… EU JÁ ESCUTO OS TEUS SINAIS…”

André 🙏🏼❤️

Espírito!

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Espírito!
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Marcos 01

Natal é expectativa! Expectativa pelo Salvador que vem. Já podemos escutar os sinais!

João Batista representa essa voz “que clama no deserto”, que aponta e anuncia aquele que está chegando: Jesus. João é a transição entre uma maneira de experimentar a fé no passado, para uma nova forma, plena e cheia de Vida. Entretanto, o próprio João é igualmente um modo de viver a fé.

A fé do passado, de Moisés, da letra da Lei, do templo, está carcomida pelo poder e pelo legalismo. Não produz vida, mas tão somente hipocrisia. Uma religião de aparências. Uma religião que envaidece. Uma religião para quem não precisa de justificação, pois nela só há espaço para “justos”.

O Batista é crítico disso tudo. Por isso, vai para o deserto, deixando o ambiente oficial para trás. Chama os representantes dessa religião corrupta de “raça de víboras”. João anuncia o batismo para arrependimento. Há aqui uma melhoria, uma evolução. Quem se batiza com João assume que é pecador. Mesmo assim, esse tipo de fé opera a partir do medo: medo do profeta, medo do que há de vir e medo de Deus.

O Batista faz o seu melhor e reconhece sua limitação: ele batiza com água, mas virá outro que batiza com o Espírito! Aqui, no Espírito, está a plenitude. Se em João há jejum, em Jesus há festa de casamento; se em João já água, em Jesus há vinho; se em João há transição, em Jesus há plenitude; se em João há medo, em Jesus há paz interior!

Em que momento você está? Na hipocrisia, no medo ou no Espírito? Aproveite o período do Advento para se preparar para viver a fé no Espírito, só nele você viverá uma espiritualidade plena de sentido em Jesus. Ele vem, Ele já chegou e Ele voltará. Por que esperar mais para correr para os braços da graça e da misericórdia daquele que batiza com o Espírito?

André 🙏🏼❤️

Vigiai!

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Vigiai!
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Marcos 13: 33

Natal é expectativa! Expectativa pelo Salvador. Para os cristãos do século XXI, bem como para os de séculos anteriores, expectativa pela segunda vinda. Expectativa que nos leva a perceber os sinais da sua vinda…

Será que sabemos quais são os seus sinais? Ele vem… Ele vem… Já sabemos ouvir os seus sinais?

No passado, aguardaram um grande líder religioso, que supriria a expectativa de religiosos que gostariam que um “mega” teólogo aparecesse. Expectativa frustrada. Ele disse acerca do templo – símbolo da religião – que todas aquelas pedras seriam derrubadas.

Acharam também que seria um grande general poderoso, que tiraria os judeus debaixo do jugo de Roma. Errado. Poder sempre foi tentação para Jesus…

Será que não seríamos enganados também na segunda vinda? Receio que sim.

A superficialidade da religião e do poder não podem nos cegar! A feiúra da religião e do poder também não podem nos enganar.

Vigia irmão! Somente superando a superficialidade e encontrando Beleza na vida estaremos atentos ao Senhor que virá!

Olhe para seu interior com honestidade. Observe além do sofrimento, da dor e do desespero: encontre a esperança, o consolo, o perdão, a amizade, o sorriso na Vida. Ele virá. Ele é dono de uma casa em que não impera a religião e o poder.

Aguardemos, pois, com expectativa o Deus que é bebê.

André