Pastor André Anéas

Não curta o seu pecado

Igreja Batista em Quitaúna
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Não curta o seu pecado
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2ª Samuel 12:01-13

A questão não é saber que Deus perdoa, que Ele é gracioso e que seu nome é Misericórdia. Isso a gente sabe. A questão é como experimentar o perdão!

André Anéas ✝️❤️🙏🏼

A experiência da humildade

Meditações no Salmo 145

A vida é carrega de experiências terríveis, parte delas fruto dos nossos próprios erros.

Essas experiências sobrecarregam o nosso coração de raiva, frustração, tristeza e, até mesmo, ódio. Que ódio que dá bater um dedinho do pé em uma quina; que ódio é errar gravemente com o seu filho – falando o que não devia ser dito –; que ódio cometer um erro no trabalho. E assim por diante… Todo esse sentimento negativo é uma sombra sobre um outro tipo de sentimento: nossa soberba, arrogância e perfeccionismo. Não podemos nos dar ao luxo de errar e cometer erros, caso contrário, ficamos “melindrados” com nós mesmos. Em outras palavras, o que estamos a dizer é que nós somos o “centro do universo”. Não há nada mais contrário ao espírito do evangelho e da lógica bíblica do que isso. Esse olhar para si egoísta e autossuficiente não é capaz de mostrar ao humano que ele não é toda essa perfeição. A experiência da humildade brota justamente quando lidamos com quem somos em nossas frustrações e reconhecemos que existe um Alguém que verdadeiramente É. Esse “Alguém” é o Eterno e somente Ele.

Portanto, o exercício que o salmista faz em reconhecer que Ele é, é fundamental para discernirmos a possibilidade da humildade que deve habitar os corações daqueles que enaltecem ao Senhor. Humildade que está sempre pronta a dar a glória a Deus; humildade que reconhece que a vida é um eterno aprendizado; humildade que sabe reconhecer a própria pequenez; humildade que está pronta a assumir seu erro e que é errante. O olha ao Altíssimo envolve, necessariamente, uma postura de humildade, pois nEle não há limites, mas em nós existem muitos; nEle há eternidade, em nós finitude; nEle há beleza; em nós feiura por diversas vezes; nEle há bondade, em nós maldade; para Ele há aplausos; para nós vaias. No caminho da humildade – e somente nele – abre-se a rota da transformação, da mudança, de novos começos. Só pode melhorar quem é capaz de reconhecer suas próprias falhas. Que vivamos uma experiência da humildade autêntica, pois é nEle que somos forjados para sermos verdadeiramente melhores aos Seus olhos e não aos nossos próprios.

Pr. André Anéas

É impossível não se apaixonar por Jesus!

Igreja Batista em Quitaúna
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É impossível não se apaixonar por Jesus!
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Provérbios 22:06 e Mateus 11:02-06

É muito difícil não se apaixonar por Jesus! Somente alguém com um coração muito duro para rejeitar o encanto que o Nazareno produz. Ou então, uma péssima compreensão acerca de quem Ele é…

João Batista, em dúvida se Jesus era mesmo o Messias, pede para perguntarem para Ele se há necessidade de aguardar por mais alguém… A resposta de Jesus é fundamentalmente importante para discernir sua identidade. “Diga para João o que vocês ouvem e veem”. Pessoas curadas, pobre incluídos, marginalizados amados.

Quem é Jesus? Não se trata de ideias a respeito de Jesus ou uma compreensão ontológica acerca do Mestre. Jesus é uma Pessoa.

Essa Pessoa atua na história, na vida, de maneira concreta, agindo de modo que é possível ouvir e ver o que Ele faz! Ele é o testemunho de Deus no mundo. Ele é o sinal de Deus na existência. Não é uma abstração teórica… Sua identidade é definida historicamente por seus atos concretos.

Jesus passa, inclusive, por nossas vidas. Nós somos esses doentes, pobres e marginalizados. E é para nós que Ele olha nos olhos, na janela da nossa alma, e nos cura, restaura e produz em nós esperança! Quando Jesus cruza nosso caminho, nossas vidas são encantadas por Ele. Nos apaixonamos por Jesus.

Se você ainda não está apaixonado por Ele, provavelmente ainda não o percebeu ou ainda acha que se trata de uma “teologia”. Ele é um Alguém que está próximo de nós nos piores momentos que vivemos e pronto para gerar sentido em nossas vidas.

Ele é o que pode ser visto e ouvido em atos de justiça, paz e esperança.

Se encante e se apaixone por Jesus, sua Humanidade é irresistível!

André Anéas

Caminho para a felicidade

Igreja Batista em Quitaúna
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Caminho para a felicidade
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Carta de Paulo aos Filipenses 04:04

Paulo, apóstolo de Jesus, não teve uma vida fácil. Sofreu naufrágios, açoites, traições, privações, deslealdade, ingratidão e prisões. Tinha razão para reclamar da vida e ser infeliz. Mesmo assim, sabe ser ALEGRE em qualquer situação. Em sua carta aos Filipenses, reafirma a sua alegria de maneira categórica para com essa igreja que ele ama. Podia ser triste por experiências ruins com outras igrejas, mas decide olha o lado bom de sua vida e o amor que recebe dessa comunidade em Filipos. Em sua alegria, incentiva os irmãos e irmãs à mesma felicidade.

Como isso é possível? Qual o caminho para a felicidade que Paulo propõe?

Primeiramente, Paulo era feliz “em Jesus”. Quando a felicidade está em Cristo, ela está em algo sólido e duradouro, não em circustância variáveis.

Segundo, Paulo fala em amabilidade. Viver destilando veneno e maldade é a receita para tornar a vida amarga. Decidir amar sem medidas tudo e todos, ao contrário, é o caminho para uma vida feliz.

Terceiro, Paulo não andava ansioso. A ansiedade é a preocupação com o amanhã que paralisa o hoje, tornando o presente uma prisão emocional. As ansiedades, devem ser apresentadas ao Senhor em oração, abrindo a possibilidade da alegria e da felicidade.

Esses, dentre outros insights paulinos podem nos conduzir à felicidade. A felicidade é um instante, é um estado, é um momento. Felicidade é sentir o cheiro de uma flor, amar, prestar atenção e vivenciar a intensidade e profundidade da vida em coisas que facilmente são atropeladas pelas “correrias” e preocupações sem medidas.

Você é feliz? O evangelho é um lugar de felicidade. Viva-a em Cristo Jesus no dia que se chama hoje!

André Anéas

Quando o problema sou eu

Igreja Batista em Quitaúna
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Quando o problema sou eu
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Em um momentos em que seus discípulos discutem quem seria o maior e se sentem donos do monopólio da bondade, Jesus faz um discurso difícil, mas necessário. Ele pede para que “não façam tropeçar os pequeninos” com essas bobagens de grandeza e de poder. Dada a gravidade dessa possibilidade, diz que seria melhor que se lançassem ao mar com uma pedra amarrada no pescoço do que fizessem tal feito. Como se não bastasse, diz que é melhor arrancar a mão que faz pecar ou um pé ou um dos olhos, do que entrar no inferno com duas mãos, dois pés ou dois olhos.

Que Jesus desejava ensinar aos discípulos? Claro que isso não está na literalidade do texto.

Me parece que Jesus deseja que seus discípulos fossem capazes de algo fundamento: perceber seus próprios erros.

É fácil identificar os erros dos outros ou terceirizar a nossa responsabilidade. Viver sem identificar os próprios equívocos é um inferno e leva o inferno para quem está perto de nós. Trata-se de uma cegueira infernal!

Quem nos faz pecar? Nossa mão, nosso pé e nosso olho… Não dos outros.

Não que seja uma regra universal, mas muitas vezes o problema na nossa família, na vida profissional, em nossas relações e na igreja somos nós mesmo. Sermos capazes de conhecermos a nós mesmos é parte vital da vida no evangelho.

“O que eu preciso arrancar de mim mesmo?”
“O que em mim me coloca em um inferno?”
“O que em mim não produz bondade?”
“O que em mim não gera vida?”

Faça essas pergunta para si mesmo e se abra para uma jornada para dentro de si. O resultado disso será a transformação corajosa de quem é capaz de assumir seus próprio equívocos.

André Anéas

Conversão do coração

Igreja Batista em Quitaúna
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Conversão do coração
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Mateus 23: 15, João 4:21, João 4:24

O número de evangélicos brasileiros tem aumentado, bem como de templos religiosos. Provavelmente em 2030 os evangélicos serão maioria em nosso país. Entretanto, o desenvolvimento social do país não tem crescido nessa mesma proporção…

Que significa conversão? O que Jesus diz a esse respeito?

Um dia uma mulher samaritana confusa em relação as suas crenças indagou Jesus sobre qual seria o monte certo para adorar a Deus. A resposta de Jesus foi surpreendente: nem no monte em Samaria, nem mesmo em Jerusalém! Pelo fato de Deus ser Espírito, os verdadeiros adoradores deveriam adorar “em espírito e em verdade”. Esses seriam os verdadeiros “convertidos”. Quais as implicações dessa compreensão?

Jesus relativa o lugar geográfico como espaço do sagrado. Deus, por ser Espírito, não está em um lugar “santo”. Ela está em tudo! Todo lugar é lugar do Eterno, pois o Espírito sopra onde quer. É vento! É fogo! Incontrolável. Indomesticável.

Além disso, esses verdadeiros adoradores não vivem na aparência do que a religião proporciona. Não é o local para onde vão. Não é o que vestem. Não é a cartilha religiosa que escolheram ter. As aparências enganam… O que importa não é o que está fora, mas o que sai do coração! É de dentro para fora que a fé em Jesus acontece. Muito além do que a exterioridade é capaz de evidenciar.

Jesus defende uma “conversão do coração”. Quem experimenta passa a viver uma espiritualidade sem limites! Ser o verdadeiro adorador ultrapassa o vínculo religioso-institucional. É fazer da vida o lugar da verdadeira adoração.

Que significa o aumento de templos? Nada.
Que significa os evangélicos serem maioria? Nada.
É a “conversão no coração”, “em espírito e em verdade” que realmente importa, pois ela faz do discípulo de Jesus alguém que vive para glória de Deus na medicina, na educação, na família, junto dos amigos ou em qualquer lugar e junto de quem for.

Qual o monte certo? Nenhum. Quem adora o Eterno o faz na vida e em tudo que nela há. Vive em espírito… Vive em verdade. Fazendo TUDO para glória dEle.

André Anéas

A experiência da capacitação

Meditações no Salmo 144

A vida é cheia de desafios que exigem muito de cada um de nós.

Desde as coisas mais corriqueiras, como cozinha e aprender a dirigir, até coisas mais sofisticadas, como estudar engenharia ou filosofia, precisamos de horas de esforço, leitura, madrugadas e muita dedicação para fazer tudo com excelência. É certa a afirmação que o humano precisa se esforçar para conquistar seus sonhos e adquirir habilidades na jornada da vida. “Quem cedo madruga…” tem suas vantagens. Entretanto, em chave cristã, é complicado quando o humano se ensoberbecer de si mesmo. É algo ruim quando nos tornamos autossuficientes, olhando a nós mesmos como que capaz de obter tudo o que precisamos na vida.

Ou seja, a espiritualidade cristã e bíblica parece nos alertar algo fundamental: nunca conseguimos tudo sozinhos. Longe de desencorajar alguém a perseverar em seus objetivos ou estimular uma preguiça nociva, existe uma série de elementos que não dependem de cada um de nós para vencermos as batalhas que temos na existência. O salmista faz afirmações importantíssimas nesse sentido, reconhecendo que o Eterno é quem treina as suas mãos, que treina os seus dedos para a batalha; que Deus é aliado dele na vida, uma fortaleza que o protege e o liberta; que o Senhor é escudo e refúgio. Quem ora vive a experiência da capacitação. Capacitação que vem do alto, nesse humano que discerne que o que ele faz nunca é mérito absoluto de si mesmo, mas que procede como graça da parte de Deus. Que é o humano para que o Altíssimo se importe com essas minúcias? Essa é a indagação de quem ora. Viver sob as asas do Eterno é experimentar o seu cuidado capacitador em meio ao esforço de fazer tudo o que fazemos. O “estar no lugar certo e na hora certa” pode ser discernido por esse cuidado de Deus. O cair na graça de um chefe, em toda a subjetividade que envolve os processos relacionais, também pode ser interpretado como graça divina. Aquele insight que brota em nossa mente em uma situação difícil e complexa, pode ser lido como um toque da bondade do Senhor em nós.

Aquela pessoa que nos ajudou gratuitamente e que partilhou generosamente do seu conhecimento e tempo, não fora a mão dEle?

Podemos conquistar muitas coisas na vida. Mas, devemos reconhecer: não foram somente os nossos méritos que tornaram possível essas realizações. A boa mão do Senhor nos capacitou com sua multiforme graça para termos sucesso em nossas atividades.

Bendito seja o nome do Eterno! Reconheça isso. Torna a vida bela e é sinal de humildade.

Pr. André Anéas

O prato que Deus te deu

Igreja Batista em Quitaúna
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O prato que Deus te deu
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Mateus 25: 14

O Reino é como um senhor que entregou seus bens mais preciosos para os seus servos administrarem. Esse “senhor” é Deus e os servos somos cada um de nós humanos. Tudo o que Ele coloca em nossas mãos deve, necessariamente, multiplicar. Obviamente isso não tem nada a ver com dinheiro ou aplicações financeiras e acúmulos de bens materiais. Isso tem relação com os dons que Ele nos concede, com as graças que Ele nos dá.
É preciso ter clareza: os anjos não vão em nosso lugar amar, cuidar, perdoar, dividir, servir, contribuir, repartir, etc. Essa tarefa é nossa! Deus quis que fosse assim. Lembrem: Deus “foi viajar” e nos deixou cuidando de tudo.
Cada um tem algo em mãos. Seja uma capacidade administrativa, seja o dom do serviço, seja o dom do ensino, cada um tem algo que Deus deu.
A questão é simples: pegar o que Deus coloca em nossas mãos e não fazer nada com isso, é “cuspir no prato que Deus deu”. Quem assim o faz, é infiel, negligente e desrespeitoso para com o Eterno. “Enterrar o talento” é destruir ou não contribuir para com a expansão do Reino.
Quem, ao contrário, “multiplica”, contribui com o Reino de Deus na terra.
Minimamente todos nós recebemos algo do Senhor: amor, perdão, cuidado. Se recebemos amor e não amamos, o Reino não acontece. Se recebemos perdão e não perdoamos, o Reino não acontece. Se somos cuidados e não cuidamos, o Reino não acontece.
Seja fiel no pouco que o Senhor está te dando, pois esse pouco é muito se bem vivenciado…
Esteja atento a todo e qualquer oportunidade de viver e repartir o dom e a graça do Pai amoroso.
Portanto, ame, cuide, perdoe, doe, seja generoso, pois tudo isso Deus nos deu e espera que seja multiplicado.

André Anéas

Desmilitarize a sua espiritualidade

Igreja Batista em Quitaúna
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Desmilitarize a sua espiritualidade
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Marcos 9: 33

Os discípulos de Jesus são pegos pelo Mestre conversando sobre quem seria o maior entre eles. Envergonhados, silenciam.
Silenciam por qual razão? Porque falar sobre o desejo e a ambição em querer ser maior que o outro é algo feio, que torna a vida feia. O anseio por subir nas hierarquias da existência para ser maior que outrem, denota um tipo de ser humano corrompido por aquilo que mais corrompe o humano: poder.
Na religião isso se intensifica, mas com um ar piedoso. Ser mais santo, ser mais puro, ter mais autoridade espiritual, saber mais de Bíblia, etc…
Independente se na religião ou em outras áreas da vida, certo é que dessa militarização da espiritualidade faz brotar as vaidades, as mentiras, as lógica maquiavélicas, a perversão e manipulação dos outros humanos perto de nós.
O Reino não funciona assim.
No Reino anunciado por Jesus a preocupação NUNCA é sobre quem é o maior. Mas, sim, e tão somente, sobre quem serve mais, sobre quem é o último, sobre quem se doa pelo outro.
No Reino, de maneira bem particular, esse outro é o empobrecido, o marginalizado, o fraco, o vulnerável, o oprimido.
Se você ama a hierarquia e a militarização da religião, saiba: isso não tem nada de cristão.
Desmilitarize a sua espiritualidade e sirva os oprimidos do mundo. O resto, é resto!

André Anéas

A experiência do salto da fé

Meditações no Salmo 143

Que é ter fé?

Erroneamente as linhas mais conhecidas do protestantismo pensam a fé como a certeza que temos em determinadas sentenças teológicas. Se eu crer de determinada maneira, em determinada confissão de fé, de uma maneira elaborada teologicamente x, y ou z, logo tenho fé. Nada mais distante da tradição bíblica. Dentro das orações dos salmistas é possível encontrar algo mais próximo do significado de fé.

Uma boa metáfora é “salto”.

Viver a experiência do salto da fé está mais aderente ao que se vê no testemunho de quem ora. A questão não é a formulação teológica. Isso é racionalismo de ar piedoso. A questão é se saltamos no abismo que está diante de nós. O salmista se mostra angustiado, amedrontado, cheio de inseguranças e dúvidas. Além disso, ele sabe que a sua moral não é suficiente para comprar o favor divino, por isso mesmo suplica para que o Eterno não o leve para juízo. Mesmo assim, com tantos elementos em desfavor, ele se lança em fé, ele salta para o Altíssimo, em uma confiança cega, em uma aposta alta, cujo custo é a vida como um todo.

Nesse saltar, a questão não é o que se crê, mas o como se crê. E como ele vive esse salto da fé? Vive de tal modo como se soubesse que salta para a graça de Deus. Salta em direção a misericórdia. Salta nos braços fortes que não está observando ainda, mas que, pela fé, estão lá. Salta como um servo, como um filho, como um amante do Amor. Salta confiante de que o Amor o amará. Viver a vida é uma experiência um tanto angustiante. Temos inseguranças. Temos medos. Fraquejamos diante da dor e dos sofrimentos. Nossa alma experimenta a angústia, que sequer sabemos de onde veio. Nesses instantes escuros na alma, somos convidados a viver a experiência do salto da fé. Não das certezas objetivas e racionalistas, dos decorebas infantis. Mas experimentar no interior de quem somos a possibilidade de, com coragem, viver pela fé em meio a todo tipo de aflição. Nas noites escuras da alma, saltemos, pois, no oceano da misericórdia do Senhor. Suplicar em silêncio. Suplicar, não somente sabendo, mas sendo pela fé, filhos e filhas de um Pai que nos ama em meio as dores da existência.

Pr. André Anéas